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Carro mais antigo do mundo em funcionamento está à venda


Anterior ao Benz Patent Wagen, primeiro automóvel a gasolina, o carro foi encomendado pelo empresário francês Conde de Dion e construído por Georges Bouton e Charles-Armand Trepardoux e recebeu o nome de La Marquisa (A Marquesa), em homenagem à mãe do nobre proprietário.

Com 2,75 metros de comprimento, o veículo tem dois motores a vapor conjugados e pode levar quatro pessoas, sentadas em dois bancos, montados de costas um para o outro sobre o tanque de aço com cerca de 150 litros d’água, que garantia uma autonomia de aproximadamente 32 km.

O vapor é produzido num aquecedor alimentado por carvão ou coque, que exige cerca de 45 minutos para que o carro possa começar a rodar.



O La Marquise foi o segundo protótipo encomendado pelo Conde de Dion e consta ter vencido a segunda corrida para veículos motorizados realizada no mundo, em 1888 – a primeira só teve um participante (a corrida Paris-Rouen, realizada em 1895, é comumente apontada como a primeira prova automobilística, mas há documentação sobre uma corrida para carros a motor promovida em 1887 pela revista francesa Le Velocipede, especializada em bicicletas).

O extraordinário veículo será vendido num leilão em Londres, realizado pela casa RM Auctions e, segundo especialistas, seu preço deverá atingir mais de US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 3,8 milhões).

Nissan Tiida Hatch sai de linha sem substituto


A Nissan já tirou o hatch médio Tiida de seu portfólio, pouco tempo depois de anunciar o fim da produção no México. Segundo a montadora, o espaço deixado na unidade mexicana servirá para ampliar a fabricação do compacto March. Por enquanto, o modelo não terá substituto — no Japão, no entanto, o Tiida Hatch ganhou até uma nova geração.

Segundo a Nissan, a perspectiva de novos produtos só será retomada quando a produção nacional começar. Nesta terça-feira (30), a montadora anunciou que a obra deve ser concluída ainda neste ano. Os primeiros modelos a serem produzidos localmente serão March e Versa.
“A nova unidade é um dos pilares do plano de crescimento da empresa, que prevê a conquista de 5% de participação de mercado e o lançamento de oito novos produtos até 2016”, afirma a Nissan em comunicado oficial.

Bélgica inicia campanha agressiva sobre uso de cinto de segurança


A Bélgica iniciou uma campanha agressiva para alertar a importância do uso do cinto de segurança. Para chamar a atenção dos condutores, um carro foi pendurado por cordas nesta quinta-feira (1º) em Bruxelas, a uma altura de 60 metros, e sofreu sofreu uma queda livre de cerca de 10 metros. O impacto equivale equivalente a um choque de carro a 50 km/h.

A campanha entitulada "Sans ceinture, le choc est plus dur" (em português, “Sem cinto, o choque é mais duro”) vai divulgar até setembro vídeo e imagens da queda.

A ação foi iniciada porque, segundo o governo, a adesão ao uso do item mais importante de segurança no carro está estagnada desde 2012. De acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira, 65% das pessoas que morreram em acidentes em rodovias no país não usavam cinto de segurança.

"Uma em cada seis pessoas na Bélgica negligencia o cinto de segurança e uma em cada dez crianças não está presa pelo cinto", afirmou o secretário de Estado da mobilidade, Melchior Wathelet. "Isto é um crime."

Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2013/08/bruxelas-inicia-campanha-agressiva-sobre-uso-de-cinto-de-seguranca.html

Saiba como evitar que seu carro bata o motor

O empresário Felipe Augusto já teve muita dor de cabeça com seu antigo carro. Por trabalhar viajando com outro veículo, Felipe só rodava com seu Chevrolet Celta 2003 nos finais de semana. Até que em um de seus passeios pela cidade em que mora, Vitória de Santo Antão, o automóvel parou e começou a fumaçar. Indo até a oficina, o empresário descobriu que o problema era a bomba d’água. Mas era tarde, o motor já tinha batido.

Felipe conta que muitas pessoas da família utilizavam o carro durante a semana, mas ninguém se preocupava com a manutenção do possante. “Consertei, mas o motor ainda bateu outras duas vezes. Numa delas, meu tio estava com o carro em Abreu e Lima. O jeito foi passar o veículo à frente”, fala. 




Um antigo carro de Felipe Augusto bateu o motor três vezes

De acordo com os especialistas, a falta de manutenção é mesmo o principal motivo que leva o motor a bater. Entenda agora como a falta de zelo pode danificar seu veículo e o que pode ser feito para evitar prejuízos.

O que é?
De acordo com o professor de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Laurênio Accioly, o motor bate quando algumas peças no interior dele começam a fazer mais esforço do que o normal. “Esse aumento de esforço acontece porque essas peças começam a travar, seja por conta de folgas excessivas ou por uma deficiência na lubrificação do motor”, explica.

O problema das folgas
O motor de qualquer veículo sai de fábrica com folgas padrões de centésimos de milímetros entre suas peças. Quem explica é a engenheira mecânica e diretora da Retífica Padrão, oficina especializada no conserto de motores, Eliana Navarro. Ela diz que, quando o ar que entra no motor vem com pequenos grãos de areia, essas partículas podem se alojar nessas folgas e dar início a um processo de desgaste de peças. “Os grãos funcionam como uma lixa que vai sendo atritada contra os itens motor. O resultado é a quebra dessas peças”, destaca a engenheira.

Para evitar o problema, Eliana aconselha a troca do filtro de ar assim que o item indicar desgaste. “Quando ele está muito amarelado, é hora de trocar, pois partículas de poeira já podem estar passando para o motor. Não custa mais que R$ 20”.

Lubrificação necessária
Como toda máquina, as partes do motor precisam estar bem lubrificadas para que o funcionamento seja o melhor possível. Quando algo impede que o óleo chegue a todas as partes da máquina, problemas começam a acontecer. O professor Laurênio Accioly esclarece que, com o tempo de uso, o próprio óleo do motor começa a produzir uma borra que pode entupir as vias pelas quais o óleo deve correr. “Se não estiver lubrificado, o motor passa a trabalhar com mais atrito e o travamento das peças pode acontecer”, frisa Laurênio. 


  
Quando o motor bate, a recuperação dos cilindros pode ser indicada na retífica

Ainda segundo o professor, trocar o filtro de óleo a cada 7.500 quilômetros é a melhor maneira de evitar que o motor bata por falta de lubrificação. O preço do filtro de óleo gira em torno de R$ 20. “É importante ainda observar a qualidade do óleo. Na oficina, o motorista pode pedir os de base semi-sintética, que custam em torno de R$ 20 o litro”.

Calor excessivo

Outra razão que pode levar o motor a bater é o excesso de calor. “Como estão quentes, as peças do motor aumentam de tamanho e podem travar”, diz o professor Laurênio. Prestar atenção a algum tipo de vazamento de água e sempre manter o radiador abastecido são os caminhos para evitar que o motor bata por conta do calor.

O motor já bateu
A solução agora é levar o carro à uma retífica de motores e reparar o estrago. Eliana Navarro, da Retífica Padrão, diz que o valor do conserto irá depender do problema do motor. “Uma retífica completa de um carro popular, por exemplo, fica por algo em torno de R$ 3.500”, afirma. Jorge Nascimento, diretor da Retífica Recife, também diz que o valor pelo serviço na loja é próximo dos R$ 3.500. “O carro fica pronto dentro de quatro ou cinco dias”, aponta Jorge.

Fonte: http://www.vrum.com.br/app/306,19/2012/05/06/interna_noticias,44750/saiba-como-evitar-que-seu-carro-bata-o-motor.shtml

Posso usar óleo mais grosso em um motor muito rodado?


O óleo mais viscoso (com especificação 20W-60 ou 25W60), comercialmente chamado de óleo de alta quilometragem, é uma medida paliativa para motores que apresentam desgaste acentuado das peças internas (cilindro, pistão, anéis, virabrequim...) e, por causa disso, queimam óleo.

A maneira mais fácil de detectar motores "cansados" é acelerar o carro em ponto-morto e ver se sai fumaça (branca ou azulada) pelo escapamento. Ou, ainda, ver se o nível de óleo está sempre baixando, exigindo complemento recorrente.

Caso haja fumaça, é sinal de que a vedação interna do motor não é a correta e, com isso, o óleo lubrificante está se misturando com o combustível dentro do cilindro na hora da queima (explosão).

É aí que entra o óleo mais viscoso. Por ser mais grosso, ele tampa esses "buracos" e fica mais difícil de passar pelas folgas excessivas do motor muito rodado. O efeito imediato é a diminuição da queima do óleo (menos fumaça).

Em contrapartida, justamente por ser mais grosso, esse tipo de óleo circula com menor rapidez dentro do motor e prejudica a lubrificação das peças. Inclusive, sobrecarrega a bomba de óleo, diminuindo a vida útil da mesma.

Por isso, não é recomendável usar óleos mais viscosos. Muitos vendedores usam este artifício na hora de vender carros usados, para disfarçar a queima de óleo (diminuir a fumaça do escapamento).

O correto é seguir sempre as especificações que constam no manual do proprietário e, caso o motor esteja queimando óleo, mandar fazer a retífica do mesmo (troca das peças internas).

Abrir os vidros é mais econômico que o ar-condicionado?


Essa é uma dúvida de vários motoristas. E a resposta é depende...

O uso do ar-condicionado aumenta o consumo em cerca 10%. Em contrapartida, um carro com os vidros abertos também gasta 10% a mais (a partir dos 70 km/h).

Isso é causado pelo arrasto aerodinâmico do vento que entra na cabine. Os vidros abertos funcionam como se fossem um paraquedas, freando o carro e aumentando o consumo.
Ou seja, pensando apenas no lado econômico, se você rodar a velocidades inferiores a 70 km/h (uso urbano), compensa andar com os vidros abertos. Caso contrário (uso rodoviário), o ar-condicionado é mais vantajoso.

Na prática, porém, a economia gerada ao usar o carro com os vidros abertos na cidade, não compensa a exposição ao risco de ser assaltado em um farol.
Se você tem um automóvel com ar-condicionado, prefira sempre andar com os vidros fechados. É mais confortável e bem mais seguro.

Saiba como usar o freio-motor do carro


Ao contrário do que alguns imaginam, uso do freio-motor não acarreta danos ao sistema de embreagem. Pelo contrário. A prática de utilizar o próprio funcionamento do motor para diminuir ou controlar a velocidade do carro ajuda a mantê-lo sob controle. Agora, o vício de deixar o pé na embreagem, sim, pode levar a um desgaste. Para tirar essas e outras dúvidas, confira as respostas para as dúvidas dos internautas:

O que é e como funciona o freio motor?
Fabio e Sebastião
O freio-motor nada mais é que a prática de utilizar o próprio funcionamento do motor para ajudar a diminuir ou controlar a velocidade do carro. Por exemplo, em uma estrada o motorista segue em quinta marcha quando surge a descida. Então se tira o pé do acelerador e deixa o automóvel seguir a trajetória. Na ocasião, apenas o fato de tirar o pé do acelerador e deixar o carro engrenado na descida o motorista já estará aplicando o uso do freio-motor. Mas o termo é mais utilizado quando, em longas descidas, o motorista também procura evitar o uso excessivo do freio para não causar a fadiga do sistema por aquecimento. Desse modo, o motorista reduz uma ou duas marchas e deixa o carro seguir pela descida e utiliza o freio moderadamente.

O fato de reduzir uma ou mais marchas faz com que as rotações do motor se elevem e ao mesmo tempo passam a impor uma velocidade controlada ao automóvel. Descer com o carro desengrenado ou, como muitos falam, na banguela, é uma prática não recomendada. Em resumo: manter o carro engrenado sempre, mesmo nas descidas, e em conjunto com os freios, dessa forma o motorista estará sempre numa condução segura e tranqüila.

Usava frequentemente o freio-motor na estrada, mas depois de um ano percorrendo com um trecho de 100 km com 48 lombadas, tive que trocar a embreagem. O mecânico me disse que o disco gastou por causa do uso do freio-motor. Está correto?
Nélio Palheta
Seguramente o uso do freio-motor não acarreta danos ao sistema de embreagem. O freio-motor, como explicado na outra questão acima, é o jeito que deve ser. O carro foi projetado para isso e essa prática serve para manter o carro sob controle. No caso descrito o problema foi o uso excessivo da embreagem, possivelmente nas lombadas. Alguns motoristas tendem a deixar o pé na embreagem mais tempo que o necessário, principalmente nas arrancadas em aclives e também, como nesse caso, na travessia de lombadas. É comumente chamado de “queimar embreagem”.

O correto é tirar o pé da embreagem à medida que se acelera. Feito isso, o pé deve ficar apoiado na lateral e não no pedal. Pode parecer óbvio, mas procure reparar em você mesmo ou então quando estiver no carona. Observe outro motorista e veja o quanto o pé fica apoiado no pedal da embreagem. Outro fato que destrói a embreagem é durante uma parada no semáforo. O motorista que utiliza a embreagem como freio está gastando o componente desnecessariamente. 

O que são os giros do motor?
Maria
O motor é composto por algumas partes móveis no seu interior. Essas peças fazem um movimento interno para o motor entrar em funcionamento e esse movimento é chamado por giros do motor. Assim os giros do motor são representador por rotações por minuto (rpm) que quer dizer quantos giros essas peças internas fazem a cada minuto.

Quando se ouve falar que a rotação do motor está em 5 mil giros, significa que o funcionamento do motor naquele momento está em um regime de 5 mil rotações a cada minuto. Para se ter uma idéia disso na prática, em marcha lenta, ou seja, o motor funcionando, mas o carro parado, a rotação do estará entre 1 mil e 1,5 mil giros.

Como saber o giro certo de cada marcha e quando trocá-las?
Vitor Pinto
Cada carro tem o giro ideal para melhor aproveitamento do motor, seja de desempenho ou economia. Ela varia de acordo com o tipo de combustível, cilindrada e por aí vai. Não existe uma regra geral, mas de qualquer modo precisamos ficar atentos aos limites de velocidade.

Assim, para uma via cujo limite de velocidade é 60 km/h o mais apropriado para a maioria dos carros é acelerar a primeira até algo em torno de 2500 giros ou rpm (rotações por minuto) do motor e passar a segunda marcha. Na ocasião, os giros devem cair um pouco, assim acelerar até os 2500 novamente e passar terceira, seguindo assim por diante até a quinta marcha. Utilizando esse método pode se acelerar até em torno de 3000 rpm.

A dica é mais apropriada para carros a álcool ou gasolina. Para motores a diesel as rotações são menores. Se o seu carro não tiver conta giros, pode-se basear pela velocidade também. Ao sair utilize a primeira até 15 ou 20 km/h, passe para a segunda marcha e vá até 30 km/h. Coloque a terceira e acelere até 40 km/h ou 45 km/h quando então deve ser colocada a quarta. Para utilizar a quinta marcha, o melhor é apenas após os 60 km/h, assim, você deve colocá-la apenas quando o limite de velocidade for acima dessa média.

Deixar o carro desengrenado em uma descida significa economia de combustível?
Igor
Se a dúvida é apenas economia, antes é preciso elaborar uma visão mais ampla do assunto. Em termos absolutos, um carro com carburador economiza mais combustível nessa condição sim, porém é preciso considerar o risco. Vale a pena? Uma vez que seja necessário fazer um desvio de trajetória ou mesmo uma parada de emergência, o carro não estará sob controle como estaria se estivesse engatada uma marcha.

Mas como a questão é sobre economia, vale a pena colocar na ponta do lápis o gasto excessivo que esse motorista terá com os freios. Na melhor das hipóteses o freio não apresentará falhas no uso rotineiro, mas será necessária sua substituição de pastilhas ou lonas e discos, antes da hora. É o que podemos chamar de economia tola.

O uso do freio-motor danifica o motor em um declive acentuado?
Natanaildo
Quando o motorista pega uma longa descida o correto é deixar o carro seguir a trajetória sob controle. Com a prática do freio-motor esse motorista estará em marcha reduzida, porém é preciso observar se os giros não estão elevados, além do necessário. Por exemplo, se o motorista estiver uma descida na estrada em quarta marcha a uma velocidade de 70 km/h o carro estará dentro de sua faixa de trabalho normal. Mas suponhamos que esse motorista reduza para a terceira marcha e mantenha a velocidade. Nessa circunstancia os giros irão se elevar bastante, exigindo muito do motor sem necessidade. Seria o equivalente a esticar as marchas. Nesse caso, para reduzir e colocar a terceira marcha seria necessário diminuir a velocidade para menos de 60 km/h.

O correto é usar o freio-motor, mas aplicando a marcha certa na hora certa. Como se faz isso? Se o seu carro dispuser de conta-giros, observe a rotação. Nesse exemplo, a 70 km/h em quinta marcha, o marcador estaria entre 2,5 e 4 mil giros conforme o modelo e motor. Ao pegar a descida o motorista coloca a quarta marcha. Os giros sobem para uma faixa entre 3 e 4,5 mil. Até aí tudo dentro dos parâmetros, mas se o motorista colocar uma terceira e mantiver a velocidade, aí os giros iriam extrapolar, indo para 4 a 6 mil giros. Se o seu carro não tiver conta-giros observe a velocidade e o ronco do motor. Se, à medida que se reduz as marchas, o ronco se elevar demais será preciso diminuir a velocidade para ficar dentro do regime de trabalho adequado para o motor.

O freio-motor é para auxiliá-lo em longos declives, assim o uso deve ser condizente com a velocidade. No caso acima, o correto seria ir diminuindo a velocidade e conforme se reduz a marcha, se reduz a velocidade. Essa é forma correta é segura de dirigir.

 

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